quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Enquanto isso, na casa dos macacos.

Altura do 1666, avenida Dom Bosco.

É quase impossível passar nesse ponto e não dar uma olhadinha para o lado direito para quem vai no sentido da via.

Ou esquerdo para quem resolve seguir na contra-mão.

Seja de carro, moto, bicicleta, ônibus, skate ou a pé.

É muito, muito difícil ficar alheio ao gigantesco painel da Monkey Filmes.

Uma referência já!

Concebido pelo artista plástico paulistano Jey Govinda.

Com a colaboração do também paulistano Berlim.

E do cuiabano Amarelo.

Foi uma semana de trabalho duro, nove horas por dia.

O painel, como não podia deixar de ser, contém elementos de vídeo.
Como o diretor sentado na cadeira.

Megafone.

E o fresnel (o equipamento de luz da famosa frase “luz, câmera, ação!”).

Mas não é só.

O painel mostra também um céu azul em degradê.

Prédios.

Uma japonesinha (mera coincidência?).

Um Daruma (boneco japonês da sorte, com um só olho pintado).

(O segundo só quando o desejo for realizado).

E claro.

A famosa cena do King Kong no alto de uma torre.

Só que com uma banana na mão.

Como a articular tudo o que se passa lá embaixo.

Já que você chegou até o final do post, um desafio.

O que mais você vê no painel?


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